30.11.10

Croche Natal.

Meninas mais algumas idéias em crochê, logo que vi o bebê imaginei a Melody da Elaine com esta roupinha deve ficar o máximo o gatinho não tem nada haver com crochê é só um mimo para as amigas gateiras, ele é muito lindo e fofo!Beijos











29.11.10

Ajudem a divulgar.

A próxima campanha será realizada no dia 04 de dezembro (sábado) em Aldeia da Serra.


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Para saber mais,clique na imagem

27.11.10

Cidade Maravilhosa...

Se pudéssemos vê-lo, ele estaria assim com lágrimas nos olhos.
Desejo a todos um fim de semana de paz e harmonia, para que possammos mandar boas energias e orações a esse povo tão amedrontado.






"Quando a guerra se eclode, aqui, no morro,
Pessoas, dentro do fogo-cruzado,
Aflitas, a correr pra todo lado,
Choram, gritam e em vão pedem socorro...


Eu me vejo num "mato sem cachorro",
Quando sinto que o próprio Estado
Nem um pouco se mostra preocupado
Se eu fico ferido ou se morro.


Pois muita gente, aqui, fica ferida,
E gente é morta por bala-perdida.
Matar ou morrer: que horrendo lema!


Aqui, polícia, bandido e gente,
Nesta guerra, são todos inocentes;
Vítimas todos são deste sistema."


Poeta:Roberto Santos- Brumado- Bahia




25.11.10

Se a moda pega...!!!

Meninas, se a moda pega nós vamos ter serviço!Adorei este par de tenis feito em crochê e resolvi dividir esta reportagem com vocês: http://creativereview.co.uk/cr-blog/2010/june/nike78-project.Beijos,espero que gostem.








22.11.10

Uma receita fácil... para começar uma semana deliciosa!


FILÉS DE PEIXE AO FORNO

  

1 quilo de peixe de sua preferência

Sal,limão e azeite

1 copo requeijão

200 gr. mussarela

200 ml. leite de coco

1 cubo de caldo de legumes

3 claras em neve

2 colheres de sopa de parmesão ralado

Modo de preparo:



Tempere os filés de peixe com sal e limão a gosto. Frite-os no azeite até ficarem levemente dourados. Coloque num refratário untado com azeite. Reserve.

Creme:
Bata no liquidificador o requeijão com a mussarela, o leite de coco e o caldo de legumes. Coloque esta mistura numa tigela e incorpore as claras em neve.

Montagem:
 Coloque o creme por cima dos filés e polvilhe com o queijo parmesão. Leve ao forno pré-aquecido até dourar.
Tempo de preparo: De 30 minutos a 1 hora.

 

18.11.10

Prevenção é o melhor remédio.

HPV, perigo além do útero

Clique na imagem  para saber mais.

O vírus que ficou famoso por deflagrar tumores de colo uterino agora é acusado de provocar a doença na garganta e em outras áreas do corpo. Investigamos o que é possível fazer para escapar dele



No tribunal dos colaboradores do câncer, o papilomavírus humano, mais conhecido pela sigla HPV, já não responde apenas por danos a um único órgão ou por uma ameaça exclusiva ao sexo feminino. O micro-organismo sexualmente transmissível continua responsável pela esmagadora maioria dos tumores de colo de útero, um dos campeões em incidência entre as mulheres.

Mas — atenção, homens, essa notícia também lhes interessa — a ciência alerta: o mau elemento abre o caminho ao problema em outras redondezas do corpo. Onde? Uma revisão recém-publicada pela Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, esmiuçou, por exemplo, a íntima associação entre o HPV e um boom de tumores de boca e garganta . “Há um aumento na ocorrência de câncer de garganta em pessoas mais jovens do que o habitual e, em um número significativo deles, se observa a presença do vírus”, constata o cirurgião oncológico Fernando Luiz Dias, chefe do Setor de Cabeça e Pescoço do Instituto Nacional de Câncer. “Dados americanos indicam que até 50 ou 60% dos episódios da doença estejam relacionados ao HPV”, conta seu colega de especialidade André Lopes Carvalho, diretor científico do Hospital de Câncer de Barretos, no interior paulista.

Se levarmos em consideração os genitais, também deparamos com o malfeitor. “Em metade dos casos de câncer de pênis há a participação do HPV”, calcula o cirurgião oncológico Ademar Lopes, do Hospital A.C. Camargo, em São Paulo. Nas mulheres, ele é capaz de semear o mal na vagina e na vulva. E, independentemente do gênero, nem o ânus é poupado.

É preciso lembrar que nem todos os HPVs estão mancomunados com o câncer — hoje se sabe que os tipos 16 e 18 são os principais envolvidos. “E o contato com o vírus, mesmo que seja um de alto risco, não significa que haverá um tumor”, tranquiliza a bióloga Paula Rahal, da Universidade Estadual Paulista, em São José do Rio Preto, no interior de São Paulo. Predisposição genética para o câncer, baixa imunidade e tabagismo pesam na conta que resulta no problema. “Até 80% das mulheres infectadas eliminam o HPV espontaneamente em dois anos sem ter sintomas”, conta a ginecologista Cristina Helena Rama, do Hospital e Maternidade Leonor Mendes de Barros, na capital paulista.

Mas, claro, não dá para confiar na sorte, sob pena de cair no grupo das que irão colher retaliações mais graves. “Daí a necessidade de se submeter a exames de rotina, como o papanicolau, que identificam alterações no útero”, orienta Cristina. “Do momento da infecção ao surgimento do câncer podem transcorrer até 20 anos”, avisa Paula. Estendendo a mensagem aos outros alvos do HPV, qualquer sinal de algo errado na boca, na garganta ou no pênis merece policiamento médico. Aliás, um estudo também associou esse vírus ao câncer de mama. Mas os especialistas ouvidos por SAÚDE! acreditam que é cedo para fazer essa última acusação.

De qualquer modo, antes de procurar o intruso, você deve saber o que está ao seu alcance para se esquivar dele. Parte da resposta resvala nos princípios do sexo seguro. “Apesar de não ser 100% eficaz no caso do HPV, a camisinha ajuda a evitar a infecção”, diz Cristina. O problema é que o preservativo é deixado para a hora da penetração. E mais: o próprio saco escrotal, por exemplo, pode portar o vírus. Por mais careta que soe, quanto menos parceiros alguém tiver, menor o risco do contágio. Também é crucial cortar outros fatores pró-câncer. “Para os tumores de garganta, há um efeito combinado entre o cigarro, o álcool e a presença do vírus”, afirma Carvalho.

A fórmula mais segura e eficiente seria a imunização, por enquanto destinada às mulheres entre 9 e 26 anos. Especialistas já avaliam a aplicação em outras faixas etárias e a liberação para os homens — nos Estados Unidos, um dos imunizantes foi aprovado para a ala masculina visando à prevenção das verrugas genitais. “Dos tumores associados ao vírus, cerca de 70% dos de colo de útero, 80% dos de amígdala e 40% dos de pênis estão relacionados aos HPVs 16 e 18, os contemplados pelas vacinas disponíveis”, diz a bióloga Luisa Lina Villa, do Instituto Ludwig de Pesquisa sobre o Câncer, em São Paulo. A despeito dos estudos em andamento e da discussão custo/benefício, o maior pesadelo do HPV será sua condenação a um futuro com vacina para todo mundo.

Por DIOGO SPONCHIATO design PILKER ilustrações BRUNO ALGARVE - revista Saúde.

17.11.10

Clique na imagem -  Leve este selinho para seu blog e


  ESPALHE  ESSA  IDÉIA.
NATAL 2010

Que tal fazer algo diferente, este ano, no Natal?  Sim... Natal... daqui a pouco ele chega . 
Que tal ir a uma agência dos Correios e pegar uma das 17 milhões de cartinhas de crianças pobres e ser o Papai ou Mamãe Noel delas? 
Há a informação de que tem pedidos inacreditáveis. 
Tem criança pedindo um panetone, uma blusa de frio para a avó... etc, sempre haverá uma cartinha com um presentinho de acordo com o nosso bolso. É uma idéia. 
É só pegar a carta e entregar o presente numa agência do correio até dia 20 de Dezembro. 
O próprio correio se encarrega de fazer a entrega. 
Imagina uma criança pobre, recebendo o presente que pediu ao Papai Noel... 
Vamos ensinar nossas crianças  a dividir um pouquinho do que temos  com outras crianças.

DIVULGUE  P/  SEUS  AMIGOS!

Na vida, a gente passa por 3 fases: 
- a primeira, quando acreditamos no Papai Noel;
 
 - a segunda, quando deixamos de acreditar e 


- a terceira, quando nos tornamos Papai Noel



 

13.11.10

Frases e o tempo...

Com o tempo tudo ou quase tudo muda, o importante é que nós mulheres em qualquer época sempre estaremos assim: lindas e em cima do salto.Para descontrair o seu final de semana.Beijocas!



Voto de Minerva:Orestes, filho de Clitemnestra, foi acusado pelo assassinato da mãe. No julgamento, houve empate entre os jurados. Coube à deusa Minerva o voto decisivo, que foi em favor do réu. Voto de Minerva é, portanto, o voto decisivo.Não tem nada haver com sabão...Dhãããããr!



Quem não tem cão, caça com gato: o correto é quem não tem cão, caça como gato. Ou seja, sozinho!

 Nas coxas: as primeiras telhas usadas nas casas aqui no Brasil eram feitas de Argila, que eram moldadas nas coxas dos escravos que vieram da África. Como os escravos variavam de tamanho e porte físico, as telhas ficavam todas desiguais devido as diferentes tipos de coxas. Daí a expressão fazendo nas coxas, ou seja, de qualquer jeito (quer dizer, não tem nenhuma conotação erótico-sexual, mente suja...).





Conto do vigário: duas igrejas de Ouro Preto receberam uma imagem de santa como presente. Para decidir qual das duas ficaria com a escultura, os vigários contariam com a ajuda de Deus, ou melhor, de um burro. O negócio era o seguinte: Colocaram o burro entre as duas paróquias e o animalzinho teria que caminhar até uma delas. A escolhida pelo quadrúpede ficaria com a santa. E foi isso que aconteceu, só que, mais tarde, descobriram que um dos vigários havia treinado o burro. Desse modo, conto do vigário passou a ser sinônimo de falcatrua e malandragem.






 Ficar a ver navios: Dom Sebastião, rei de Portugal, havia morrido na batalha de Alcácer-Quibir, mas seu corpo nunca foi encontrado. Por esse motivo, o povo português se recusava a acreditar na morte do monarca. Era comum as pessoas visitarem o Alto de Santa Catarina, em Lisboa, para esperar pelo rei. Como ele não voltou, o povo ficava a ver navios.



 Sem eira nem beira: os telhados de antigamente possuíam eira e beira, detalhes que conferiam status ao dono do imóvel. Possuir eira e beira era sinal de riqueza e de cultura. Não ter eira nem beira significa que a pessoa é pobre, está sem grana



Dourar a pílula: antigamente as farmácias embrulhavam as pílulas em papel dourado, para melhorar o aspecto do remedinho amargo. A expressão dourar a pílula, significa melhorar a aparência de algo.






É a cara do pai escarrado e cuspido: essa é forma escatológica de dizer que o filho é muito parecido com o pai; o correto é a cara do pai em Carrara esculpido (Carrara é uma cidade italiana de onde se extrai o mais nobre e caro tipo de mármore, que leva o mesmo nome da cidade).





Quem tem boca vai a Roma:  pois é, eu também fiquei surpreso ao saber que o correto não tem nada a ver com a capacidade de pela comunicação ir a qualquer parte do mundo, e sim uma forma de exortação à crítica política; o correto é quem tem boca vaia Roma.




Cor de burro quando foge: o correto é corro de burro quando foge!

 Enfiou o pé na jaca: o correto é enfiou o pé no jacá. Antigamente, os tropeiros paravam nas vendinhas, a meio caminho, para tomar uma pinga. Quando bebiam demais, era comum colocarem o pé direito no estribo e, quando jogavam a perna esquerda para montar no burro, erravam, pisavam no jacá (o cesto em que as mercadorias eram carregadas) e levavam um grande tombo. Por isso, quando alguém bebia demais dizia-se que ele enfiaria o pé no jacá. A jaca, fruta, não tem nada com isso.


Onde judas perdeu as botas : Como todos sabem, depois de trair Jesus e receber 30 dinheiros, Judas caiu em depressão e culpa, vindo a se suicidar enforcando-se numa árvore. Acontece que ele se matou sem as botas. E os 30 dinheiros não foram encontrados com ele. Logo os soldados partiram em busca das botas de Judas, onde, provavelmente, estaria o dinheiro. A história é omissa daí pra frente. Nunca saberemos se acharam ou não as botas e o dinheiro. Mas a expressão atravessou vinte séculos.




Pensando na morte da bezerra:Esta é bíblica. Como vocês sabem, o bezerro era adorado pelos hebreus e sacrificados para Deus num altar. Quando Absalão, por não ter mais bezerros, resolveu sacrificar uma bezerra, seu filho menor, que tinha grande carinho pelo animal, se opôs. Em vão. A bezerra foi oferecida aos céus e o garoto passou o resto da vida sentado do lado do altar “pensando na morte da bezerra”. Consta que meses depois veio a falecer.

Não entender patavina:Tito Lívio, natural de Patavium (hoje Pádova, na Itália), usava um latim horroroso, originário de sua região. Nem todos entendiam. Daí surgiu o Patavinismo, que originariamente significava não entender Tito Lívio, não entender patavina.


O pior cego é o que não quer ver :Diz-se da pessoa que não quer ver o que está bem na sua frente. Nega-se a ver a realidade. Em 1647, em Nimes, na França, na universidade local, o doutor Vicent de Paul D’Argenrt fez o primeiro transplante de córnea em um aldeão de nome Angel. Foi um sucesso da medicina da época, menos para Angel, que assim que passou a enxergar ficou horrorizado com o mundo que via. Disse que o mundo que ele imagina era muito melhor. Pediu ao cirurgião que arrancasse seus olhos. O caso foi acabar no tribunal de Paris e no Vaticano. Angel ganhou a causa e entrou para a história como o cego que não quis ver.




9.11.10

Use a imaginação neste Natal.






 Cique na imagem para ampliar. Fonte: Maggies Crochet


Toallhinha de bandeja.





Esta toalhinha é muito fácil de fazer, mas infelizmente eu não tenho gráfico.
Acho que ampliando a imagem dá para contar os pontos ,espero que gostem.
Uma ótima semana para todas.Beijos!

8.11.10

Sorteio da minha afilhada!

Participe clicando na foto editada na lateral do blog.

Birra é inevitável, mas pode ser controlada.



Segundo a educadora Cris Poli, a Supernanny do programa de televisão brasileiro, a birra é uma maneira de a criança expressar o que quer ou não quer, e faz parte do seu desenvolvimento. E mesmo que os pais ensinem aos poucos a forma mais adequada de se colocar perante ao mundo, as birras vão acontecer, não tem jeito. “Os primeiros sinais de mau comportamento começam a aparecer na primeira infância, a partir dos 18 meses, e ficam mais evidentes em crianças com mais de 2 anos e meio. A birra é conseqüência da falta de limite. Se os pais não definirem nenhum tipo de limite, terminarão com crianças que não sabem se controlar”, completa a babá inglesa Jo Frost, a Supernanny do programa norte-americano.

A fonoaudióloga Carmen Carbone, 37 anos, é mãe da Renata, 3 anos e 10 meses e reconhece a birra no choro (algumas vezes acompanhado de berros) que vem depois do “não”. “Considero um teste de força e paciência para ver quem vai ceder primeiro”, relata. Segundo a especialista em comportamento infantil Patrícia Brum Machado, autora do livro Estabelecendo limites (editora Mediação), os pais acabam reforçando o comportamento ao cederem. “A criança fica condicionada e aprende que toda vez que fizer birra vai ganhar o que quer”, explica. Por isso, a técnica comportamental mais eficaz, de acordo com a expert, é deixar o pequeno se debater e chorar a vontade, até que perceba que as conseqüências de tanta cena não serão positivas. “Quanto mais cedo os pais procederem dessa forma, mais fácil se torna a extinção da birra”, acrescenta.


Na prática 

“De 0 a 2 anos, é difícil estabelecer regras pra que o pequeno aprenda, memorize e obedeça. Nesta idade, o ideal é falar que não gosta de determinado comportamento e que ela não precisa se jogar no chão. Mostre com a expressão do rosto e a voz firme que você desaprova, afinal a criança entende mais a linguagem de expressão e o tom de voz”, aconselha Cris Poli.


A partir dos 2 anos, os pequenos já têm condições de entender o que são regras, então chegou o momento de dizer com todas as letras “não pode gritar, nem chorar sem motivo, se debater ou bater nos outros”. Carmen, a mãe de Renata, diz que agora, perto dos 4 anos, ela já entende melhor e é possível dialogar e explicar os porquês de não poder ficar sem lavar o cabelo, descer para o parquinho do prédio à noite, ganhar o brinquedo novo... “Finjo também que ela não está chorando, mantenho o sorriso e mostro que quem está no comando sou eu. Agora (depois de muita birra!) ela percebeu que chorando não vai conseguir nada”, conta. 

Determine as regras para ensinar o comportamento adequado de maneira tranquila e racional, para que a criança assimile gradativamente. “A parte visual ajuda a visualizar, portanto desenhar as regras estabelecidas pode ser um aliado!”, complementa Cris Poli. Jo Frost explica que tudo isso deve ser feito a partir do primeiro ano. “Porém é possível reverter o quadro, se a birra é constante e os pais já cederam algumas vezes. Neste caso é importante introduzir técnicas básicas de disciplina aliada a uma nova rotina e a um conjunto de regras domésticas, com muitos elogios e incentivos”, diz. Ou seja, dê os parabéns cada vez que um bom comportamento brotar no lugar da birra. No bom relacionamento entre pais e filhos, há amor e respeito de ambas as partes. E todas as entrevistadas colocam esta regra em primeiro lugar.

Dicas práticas

Cris Poli , Jo Frost e Patrícia Brum Machado ensinam o beabá das estratégias antibirra:



- Estabeleça regras. E se elas não forem cumpridas, dê uma advertência pra que ela saiba que está fazendo errado. “Este aviso permite que a criança mude o comportamento, sem necessidade de ser disciplinada”, diz Cris.

- Se a criança continuar desobedecendo, mande para o cantinho da disciplina (por um minuto por ano de idade, afinal mais do que isso ela dispersa e o efeito não é o mesmo) pra refletir sobre o que não cumpriu. Segundo as especialistas, este método não é castigo, ensina a criança a controlar as birras e aprender a lidar com o sentimento de raiva por não conseguir o que ela quer. Use-o até os 10 anos de idade.

- A criança fez escândalo em público? Separe do grupo, leve para um cantinho e dê advertência. Se ela não parar, mande para o cantinho da disciplina assim que chegar em casa. “É um processo que requer paciência, dedicação e calma”, conta Cris. Patrícia lembra que é fundamental manter a calma nessa hora e diminuir a platéia.

- Corte aquilo que ele gosta, quando o “momento de reflexão” não surtir mais efeito. Tire o computador, a brincadeira na rua, o desenho preferido... Para que ele aprenda a se comportar e reconquiste tudo por meio do cumprimento de regras.

- Use tom de voz firme e baixo ao dizer não.

- Evite a raiva: não grite, nem bata, ameace ou castigue. Introduza o diálogo depois do choro. “As explicações se fazem oportunas assim que a crise cessar”, justifica Patricia. Seja firme, sem punir.

- Identifique os comportamentos inadequados e ensine melhores formas, deixando claro de qual jeito você quer que o seu filho se porte. “Mas pense também nas preferências e particularidades dele, deixando-o fazer escolhas na medida do possível”, diz Patricia.

- Sirva de modelo, não reforce o comportamento agressivo com as suas atitudes. Mostre interesse na vida e atividades do pequeno, separando um tempo exclusivo para conversa e brincadeiras. 

- Entre em acordo com o pai. Os dois precisam ser coerentes e ter a mesma postura perante os acessos de birra.

- O mais importante: imponha limites.



(Cáren Nakashima e Livia Valim, especial para o iG São Paulo)

5.11.10


Eu só peço a Deus.
Eu só peço a Deus 
Que a dor não me seja indiferente 
Que a morte não me encontre um dia  
Solitário sem ter feito o que eu queria
 
Eu só peço a Deus 
Que a injustiça não me seja indiferente 
Pois não posso dar a outra face  
Se já fui machucada brutalmente
 
 
Eu só peço a Deus 
Que a guerra não me seja indiferente 
É um monstro grande e pisa forte  
Toda fome e inocência dessa gente
 
Eu só peço a Deus 
Que a mentira não me seja indiferente 
Se um só traidor tem mais poder que um povo  
Que este povo não esqueça facilmente
 
 
 
Eu só peço a Deus 
Que o futuro não me seja indiferente 
Sem ter que fugir desenganado  
Pra viver uma cultura diferente


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