27.5.10

Olha que aconchegante...

Se você se sente só...
Se precisa de ombro amigo...
Se o seu príncipe virou sapo...
Olha que idéia maravilhosa!E tem uma vantagem, não ronca!

25.5.10

Refletir...

Isto não é um selinho,mas ofereço a todos que levam uma vida de cachorro!
É preciso tão pouco para ser feliz! É só amar incondicionalmente e não querer nada em troca, só carinho e respeito como os animais...
Esta imagem eu peguei no site mãe de cachorro, achei linda.Beijocas!

21.5.10

Reflexão... Pedro Bial.



...Tudo o que hoje preciso realmente saber, sobre como viver, o que fazer e como ser, eu aprendi no jardim de infância. A sabedoria não se encontrava no topo de um curso de pós-graduação, mas no montinho de areia da escola de todo dia. Estas são as coisas que aprendi lá: 
1. Compartilhe tudo. 
2. Jogue dentro das regras. 
3. Não bata nos outros. 
4. Coloque as coisas de volta onde pegou.
 5. Arrume sua bagunça. 
6. Não pegue as coisas dos outros. 
7. Peça desculpas quando machucar alguém. 
8. Lave as mãos antes de comer e agradeça a Deus antes de deitar. 
9. Dê descarga. (esse é importante) 
10. Biscoitos quentinhos e leite fazem bem para você. 
11. Respeite o outro. 
12. Leve uma vida equilibrada: aprenda um pouco, pense um pouco...desenhe... pinte... cante... dance... brinque... trabalhe um pouco todos os dias.
 13. Tire uma soneca a tarde; (isso é muito bom) 
14. Quando sair, cuidado com os carros. 
15. Dê a mão e fique junto. 
16. Repare nas maravilhas da vida.
 17. O peixinho dourado, o hamster, o camundongo branco e até mesmo a sementinha no copinho plástico, todos morrem... nós também . ...
Pegue qualquer um desses itens, coloque-os em termos mais adultos e sofisticados e aplique-os à sua vida familiar, ao seu trabalho, ao seu governo, ao seu mundo e ai verá como ele é verdadeiro claro e firme. ...
Pense como o mundo seria melhor se todos nós, no mundo todo, tivéssemos biscoitos e leite todos os dias por volta das três da tarde e pudéssemos nos deitar com um cobertorzinho para uma soneca. ...
Ou se todos os governos tivessem como regra básica devolver as coisas ao lugar em que elas se encontravam e arrumassem a bagunça ao sair. ...
Ao sair para o mundo é sempre melhor darmos as mãos e ficarmos juntos . 

" É necessário abrir os olhos e perceber que as coisas boas estão dentro de nós, onde os sentimentos não precisam de motivos nem os desejos de razão. O importante é aproveitar o momento e aprender sua duração, pois a vida está nos olhos de quem souber ver"

19.5.10

Tapetes de barbante.

Este eu não tenho o gráfico, mas é muito simples acho que clicando para ampliar da para contar os pontos.

12.5.10

Encomendas sachês para o dia das mães e sapatinhos.

Olá meninas estou postando algumas coisinhas que andei fazendo,mas ainda estou sem tempo.
Tenho boas notícias o Otto já esta fora de perigo,mas infelizmente o resultado do exame deu positivo para leptospirose, agora a preocupação é com teve contato com ele,mas como sei que Deus esta comigo(E ainda que eu caminhe pelo vale das sombras eu nada temerei!).
Obrigado pelas mensagens ,orações e energia positiva que vocês enviam e como eu sei que vocês são poderosas, torçam por mim pois vou prestar concurso da prefeitura dia 23.Beijos, muitos beijos!
OBS: Tirei a receita dos sachês no blog da Vovó Baisa.

10.5.10

Para quem gosta de Jazz..

Como é bom ver pessoas do nosso convívio que cresceram com nossos filhos vencerem, adorei ver esta notícia na Folha de são Paulo.
PARABÉNS LUIZ GALVÃO, parabéns meninos!!!!!!!!
Patrícia Araújo/Folha Imagem
Otis Trio, um dos destaques da nova cena de jazz de Sao Paulo

Jovens renovam a cena do jazz

em SP.

10/05/2010 - 07h48

RONALDO EVANGELISTA Colaboração para a Folha

Quem caminhava pela Nova York dos anos 1940 ou 1950 podia entrar em um clube (como o Minton's ou o Five Spot) e dar de cara com músicos como Thelonious Monk, John Coltrane ou Dizzy Gillespie fazendo revoluções no jazz.

No Rio de Janeiro, no começo dos anos 1960, quem passasse pelo Beco das Garrafas encontraria jovens injetando novas possibilidades na bossa nova, criando o samba-jazz.

E quem estiver na São Paulo atual, visitando casas noturnas do Centro ou de Pinheiros, encontrará uma nova e empolgante cena de jazz.

Jovens músicos na faixa dos 20 anos se juntam em diversas formações, tocam em casas que se abrem ao gênero para um público cada vez mais interessado e trazem novas ideias ao jazz feito na cidade.

Em lugares como Bar B ou Tapas, Jazz nos Fundos ou New Jazz Bar, as noites são quentes nas intenções, nos resultados e nas possibilidades.

Uma das bandas mais interessantes desse cenário é o Otis Trio, originalmente de Santo André e, desde 2007, coletando ouvintes por festas, clubes, bares e casas de show (atualmente, fazem temporada aos sábados no Bar B).

O contrabaixista João Ciriaco diz que o projeto nasceu quando ele convidou amigos para tocar temas famosos.
"Mas, logo nos primeiros ensaios, o que iríamos tocar ficou para trás. Era mais legal tocar coisa nossa", lembra.

"Hoje temos cem anos de história como matriz a ser degustada, assimilada e repassada ao nosso modo, dentro do contexto em que vivemos", diz o guitarrista Luiz Galvão.

Se a linguagem é clássica, os pilares são reestruturados. O som dessa nova cena musical pode parecer o de sempre: baixo acústico, solos de sax tenor e trompete, bateria incansável, improvisos de piano e guitarra. Mas ninguém ali quer dizer o que já foi dito. O novo é o velho revisto.

O quarteto À Deriva, que está lançando seu terceiro disco, "Suíte do Náufrago" (selo independente), é outro nome que pode abalar um ouvinte mais desavisado com a sofisticação do som, tão poético quanto o nome da banda.

"Uma característica que sempre esteve presente no nosso trabalho é a improvisação livre. Buscamos tocar sem amarras de estilo, de forma, de hierarquia entre os instrumentos", afirma o contrabaixista Rui Barossi.

Marcos Paiva, que lidera um trabalho de novos arranjos e novas composições sobre as harmonias e os ritmos do samba-jazz, acaba de gravar com o MP6 o disco "Meu Samba no Prato", em homenagem ao baterista Edison Machado.

"Tenho a impressão de que a nossa música instrumental sempre sofre uma ruptura. Ela não se recicla, parece que não conseguimos desenvolver essa tradição", diz Paiva. "Esse trabalho nasceu da vontade de fazer uma ligação com as pessoas da geração anterior."

Boca a boca nas redes

Também inspirada no samba-jazz e com disco para sair, a big band Projeto Coisa Fina é dedicada à obra do músico Moacir Santos (1926-2006), também em novas composições e arranjos.

Parte do Movimento Elefantes --composto por dez grupos paulistas de sopro--, o Coisa Fina tem feito shows cada vez mais cheios. "Tocar no Studio SP é uma vitrine para o público da balada. O mais importante é o boca a boca. Esse lance de redes sociais está pegando fogo, e nós estamos aprendendo a aproveitar", diz o contrabaixista Vinicius Pereira.

E o público que acompanha a cena? Barossi, do À Deriva, define: "São pessoas que estão dispostas a entrar no barco e a participar da viagem. A graça está em se deixar soltar dos preconceitos e fruir a música que fazemos na hora. Se estiverem de fora da brincadeira, vão achar só uma maluquice".

8.5.10

Para todas mamães com carinho...

Mães más
Um dia, quando meus filhos forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva os pais e as mães, eu hei de dizer-lhes:
– Eu os amei o suficiente para ter perguntado aonde vão, com quem vão e a que horas regressarão.
Eu os amei o suficiente para não ter ficado em silêncio e fazer vocês saberem que aquele novo amigo não era boa companhia.
- Eu os amei o suficiente para os fazer pagar as balas que tiraram do supermercado ou revistas do jornaleiro, e os fazer dizer ao dono: "Nós pegamos isto ontem e queríamos pagar".
- Eu os amei o suficiente para ter ficado em pé junto a vocês, duas horas, enquanto limpavam o seu quarto, tarefa que eu teria feito em 15 minutos.
- Eu os amei o suficiente para os deixar ver além do amor que eu sentia por vocês, o desapontamento e também as lágrimas nos meus olhos.
- Eu os amei o suficiente para os deixar assumir a responsabilidade por suas ações, mesmo quando as penalidades eram tão duras que me partiam o coração.
Mais do que tudo, eu os amei o suficiente para dizer-lhes não, quando eu sabia que vocês poderiam me odiar por isso (e em momentos até odiaram). Essas eram as mais difíceis batalhas de todas.
Estou contente, venci... Porque no final vocês venceram também!
E em qualquer dia, quando meus netos forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva os pais e as mães, quando eles lhes perguntarem se sua mãe era má, meus filhos vão lhes dizer:
"Sim, nossa mãe era má. Era a mãe mais má do mundo..."
– As outras crianças comiam doces no café e nós tínhamos que comer cereais, ovos e torradas.
As outras crianças bebiam refrigerante e comiam batatas fritas e sorvete no almoço e nós tínhamos que comer arroz, feijão, carne, legumes e frutas.
E ela nos obrigava a jantar à mesa, bem diferente das outras mães que deixavam seus filhos comerem vendo televisão.
Ela insistia em saber onde estávamos a toda hora (tocava nosso celular de madrugada e "fuçava" nos nossos e-mails).
Mamãe tinha que saber quem eram nossos amigos e o que nós fazíamos com eles.
Insistia que lhe disséssemos com quem íamos sair, mesmo que demorássemos apenas uma hora ou menos. Nós tínhamos vergonha de admitir, mas ela violava as leis do trabalho infantil. Nós tínhamos que tirar a louça da mesa, arrumar nossas bagunças, esvaziar o lixo e fazer todo esse tipo de trabalho, que achávamos cruéis.
Eu acho que ela nem dormia à noite, pensando em coisas para nos mandar fazer.
Ela insistia sempre conosco para que lhe disséssemos sempre a verdade e apenas a verdade.
E quando éramos adolescentes, ela conseguia até ler os nossos pensamentos.
A nossa vida era mesmo chata. Ela não deixava os nossos amigos tocarem a buzina para que saíssemos, tinham que subir, bater à porta, para ela os conhecer.
Enquanto todos podiam voltar tarde à noite, com 12 anos, tivemos que esperar pelos 16 para chegar um pouco mais tarde, e aquela chata levantava para saber se a festa foi boa (só para ver como estávamos ao voltar).
Por causa de nossa mãe, nós perdemos imensas experiências na adolescência: nenhum de nós esteve envolvido com drogas, em roubo, em atos de vandalismo, em violação de propriedade, nem fomos presos por qualquer crime.
FOI TUDO POR CAUSA DELA.
Agora que já somos adultos, honestos e educados, estamos a fazer o nosso melhor para sermos "PAIS MAUS", como minha mãe foi.
EU ACHO QUE ESTE É UM DOS MALES DO MUNDO DE HOJE: NÃO HÁ SUFICIENTES MÃES MÁS.

Dr Carlos Hecktheuer - Médico Psiquiatra

7.5.10

ESTOU COM DODÓI ...

Olá meninas passei a semana afastada da internet, peço desculpas por não responder alguns recados e não postar alguns selinhos.
Peço a todas que gostam de animais, que rezem pelo restabelecimento do Otto irmãozinho do meu Ozzy ele esta com suspeita de leptospirose ou hepatite.Quase foi embora!
Já teve que fazer até transfusão de sangue para poder aguentar,mas agora já esta reagindo e como o resultado do sangue só sai na terça, peço para que orem para que de negativo para leptospirose.Provavelmente me ausentarei por mais uns dias porque ele é da minha mãe e como ela ja esta com 86 anos fica dificil ela cuidar sozinha.Espero voltar com ótimas notícias para vocês.Beijos!


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