30.10.09

Feliz dia das bruxas e um final de semana cheio de travessuras.

Seremos Bruxas? Eu não creio em bruxas, mas que existem, existem.. Nós mulheres somos todas meio bruxas, Quando estamos na cozinha, misturando coisas simples como alho, cebola, cenoura, tomate, tomilho, e outras coisinhas mais, fazendo de coisas tão simples, e às vezes tão desagradáveis quando solitariamente degustadas, em uma fórmula mágica de alquimia se transformar em uma maravilhosa ambrozia que faz delirar o mais exigente dos deuses. Eu não creio em bruxas, mas que existem, existem... Nós mulheres somos todas meio bruxas, Quando pegamos um simples fio, e o tecemos como mágica com uma, ou talvez duas agulhas, transformando-os com pontos e tramas, em uma linda vestimenta que agasalhará um filho, talvez nosso homem, quem sabe enfeitará nosso ninho! Eu não creio em bruxas, mas que existem, existem... Nós mulheres somos todas meio bruxas, Quando apenas com um sorriso, desarmamos o mais forte soldado, o mais severo pai, o mais triste dos filhos... Eu não creio em bruxas, mas que existem, Ah!!! Se existem Nós mulheres, com um simples afago, com um olhar de lado, com um abraço franco, com a bronca na hora certa, com lágrimas nos olhos, com um belo par de pernas, com um batom vermelho, com nossas futilidades levadas a sério, com a cria em nosso ventre, com uma saia bem rodada, cantando uma canção antiga, indo à luta, levantando do nocaute, e principalmente sendo o arrimo moral para a vida de um casal... somos ou não meio bruxas? E você crê em bruxas????
autor:Claudia Sadocco

Presentinho...

Ganhei este selinho de uma menina muito meiga a Mary.
Vamos as regras: escrever 10 coisas que não saem da cabeça e indicar dez blogs para receber o selinho.Dez coisas que não saem da cabeça:
Deus,Meus filhos: Vinicius e Rodrigo,Minha familia (meus amores),Trabalho,Meu sobrinho neto (Artur),Musicas,Sonhos(conhecer alguns lugares),Montar meu atelie,Ozzy,Busco paz interior todos os dias, para poder viver melhor.
Para vocês com muito carinho:

27.10.09

Velinhas boa ideia para o Natal.

Olha que prático, você aproveita os potes vazios,usa a sua criatividade no croche e presenteia com lindas velinhas( É só derreter parafina granulada em banho-maria, usar um corante da cor de sua preferencia e essencia para perfumar.Fixar o pavio com um pregador de roupas no meio do pote e enche-los com a parafina derretida e deixar esfriar pronto!!! Esta feita a velinha)
Obs: Se o pote for de boca larga enrole o pavio num palito de churrasco e coloque no centro do vidro.

26.10.09

Casinhas porta guardanapos.

Terminei minhas lindinhas,uma idéia fácil e de pouco gasto.São feitas de telinha plástica e acabamento em croche,para colocar guardanapos e paliteiro.Elas não ficaram fofas?
Espero que gostem!!!

24.10.09

Madre Tereza,com carinho.Bom final de semana!!!

A Vida A vida é uma oportunidade,aproveite-a...
A vida é beleza, admire-a...
A vida é felicidade, deguste-a...
A vida é um sonho, torne-o realidade...
A vida é um desafio, enfrente-o...
A vida é um dever, cumpra-o... A vida é um jogo, jogue-o...
A vida é preciosa, cuide dela...
A vida é uma riqueza, conserve-a...
A vida é amor, goze-o...
A vida é um mistério, descubra-o...
A vida é promessa, cumpra-a...
A vida é tristeza, supere-a...
A vida é um hino, cante-o...
A vida é uma luta, aceite-a...
A vida é aventura, arrisque-a...
A vida é alegria, mereça-a...
(Madre Tereza de Calcutá)

22.10.09

Como a trilha foi aberta...Refletir!







Um dia, um bezerro precisou atravessar uma floresta virgem para voltar a seu pasto.
Sendo animal irracional, abriu uma trilha tortuosa, cheia de curvas, subindo e descendo colinas.
No dia seguinte, um cão que passava por ali, usou essa mesma trilha para atravessar a floresta.
Depois foi a vez de um carneiro, líder de um rebanho, que vendo o espaço já aberto, fez seus companheiros seguirem por ali.
Mais tarde, os homens começaram a usar esse caminho: entravam e saíam, viravam à direita, à esquerda, abaixavam-se, desviavam-se de obstáculos, reclamando e praquejando - com toda razão.
Mas não faziam nada para criar uma nova alternativa.
Depois de tanto uso, a trilha acabou virando uma estradinha onde os pobres animais se cansavam sob cargas pesadas, sendo obrigados a percorrer em três horas uma distância que poderia ser vencida em trinta minutos, caso não seguissem o caminho aberto por um bezerro.
Muitos anos se passaram ea estradinha tornou-se a rua principal de um vilarejo, e posteriormente a avenida principal de uma cidade.
Todos reclamavam do trânsito, porque o trajeto era o pior possível. Enquanto isso, a velha e sábia floresta ria, ao ver que os homens tem a tendência de seguir como cegos o caminho que já está aberto, sem nunca se perguntarem se aquela é a melhor escolha.
 Na edição n. 106 do Jornalinho, (Portugal), encontro uma história que muito nos ensina a respeito daquilo que escolhemos sem pensar:

(Paulo Coelho)

7.10.09

Um pouquinho dos meus cantos e encantos...

No cantinho da minha cozinha eu tenho esta gaiola com plantas, e fiz um barradinho de croche que a deixou uma gracinha.
Este é um cantinho da minha sala com minhas plantas, sapinhos e meus tapetes de barbante.


Aqui é o Ozzy meu amorzinho, que muito xereta também quiz sair na foto!!!




Ainda na sala, minha mesa de canto com mais croche e sapinhos.




Como vocês podem ver é tudo muito simples, mas, eu adoro croche e sapinhos!!!



4.10.09

Reflexão!!!

Quatro “erres” contra o consumismo
A fome é uma constante em todas as sociedades históricas. Hoje, entretanto, ela assume dimensões vergonhosas e simplesmente cruéis. Revela uma humanidade que perdeu a compaixão e a piedade. Erradicar a fome é um imperativo humanístico, ético, social e ambiental. Uma pré-condição mais imediata e possível de ser posta logo em prática é um novo padrão de consumo.A sociedade dominante é notoriamente consumista. Dá centralidade ao consumo privado, sem auto-limite, como objetivo da própria sociedade e da vida das pessoas. Consome não apenas o necessário, o que é justificável, mas o supérfluo, o que questionavel. Esse consumismo só é possível porque as políticas econômicas que produzem os bens supérfluos são continuamente alimentadas, apoiadas e justificadas. Grande parte da produção se destina a gerar o que, na realidade, não precisamos para viver decentemente.Como se trata do supérfluo, recorrem-se a mecanismos de propaganda, de marketing e de persuasão para induzir as pessoas a consumir e a fazê-las crer que o supérfluo é necessário e fonte secreta da felicidade.O fundamental para este tipo de marketing é criar hábitos nos consumidores a tal ponto que se crie neles uma cultura consumista e a necessidade imperiosa de consumir. Mais e mais se suscitam necessidades artificiais e em função delas se monta a engrenagem da produção e da distribuição. As necessidades são ilimitadas, por estarem ancoradas no desejo que, por natureza, é ilimitado. Em razão disso, a produção tende a ser também ilimitada. Surge então uma sociedade, já denunciada por Marx, marcada por fetiches, albarrotada de bens supérfluos, pontilhada de shoppings, verdadeiros santuários do consumo, com altares cheios de ídolos milagreiros, mas ídolos, e, no termo, uma sociedade insatisfeita e vazia porque nada a sacia. Por isso, o consumo é crescente e nervoso, sem sabermos até quando a Terra finita aguentará essa exploração infinita de seus recursos.Não causa espanto o fato de o Presidente Bush conclamar a população para consumir mais e mais e assim salvar a economia em crise, lógico, à custa da sustentabilidade do planeta e de seus ecossistemas. Contra isso, cabe recordar as palavras de Robert Kennedy, em 18 de março de 1968: ”Não encontraremos um ideal para a nação nem uma satisfação pessoal na mera acumulação e no mero consumo de bens materiais. O PIB não contempla a beleza de nossa poesia, nem a solidez dos valores familiares, não mede nossa argúcia, nem a nossa coragem, nem a nossa compaixão, nem a nossa devoção à pátria. Mede tudo menos aquilo que torna a vida verdadeiramente digna de ser vivida”. Três meses depois foi assassinado. Para enfrentar o consumismo urge sermos conscientemente anti-cultura vigente. Há que se incorporar na vida cotidiana os quatro “erres”reduzir os objetos de consumo, reutilizar os que já temos usado, reciclar os produtos dando-lhes outro fim e finalmente rejeitar o que é oferecido pelo marketing com fúria ou sutilmente para ser consumido.Sem este espírito de rebeldia consequente contra todo tipo de manipulação do desejo e com a vontade de seguir outros caminhos ditados pela moderação, pela justa medida e pelo consumo responsável e solidário, corremos o risco de cairmos nas insídias do consumismo, aumentando o número de famintos e empobrecendo o planeta já devastado. Leonardo Boff
Desejo a todos uma excelente semana!!!


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